Houston

Último dia em Houston

Depois de semanas movimentadas, chegamos nos finalmentes da etapa Houston na nossa história. E olha, apesar de estarmos animados com essa mudança de cidade, hoje em especial deu aquele aperto no peito sabe?! Temos um carinho muito especial por Houston. Nos conhecemos pessoalmente aqui, namoramos e casamos aqui. Fizemos amigos e vivemos meses maravilhosos. Aonde quer que a gente vá, Houston sempre será a nossa cidade. Mas eu acredito que coisas ainda melhores virão para a gente nessa nova cidade que iremos chamar de lar.

A empresa de mudança veio buscar nossas coisas no início da tarde de Sexta e logo depois que eles sairam, foi a nossa vez de terminar de liberar o apartamento. Nós resolvemos que o que era “valioso” nós levariamos nos nosso carro: no meu caso, fiz questão de levar no nosso carro todas as louças, vasos e objetos frágeis; Deniz fez questão de levar a coleção de CD’s. Junte a isso algumas malas de roupas, roupas de cama para os primeiros dias e etc. Resultado, mal conseguimos fechar o carro! Felizmente, todos os anos observando o meu pai fazer o milagre de organizar o carro antes das nossas viagens em família finalmente me serviu pra alguma coisa.

Na nossa última noite, dormimos no colchão de ar e olha, estavamos tão cansados que desmaiamos. No dia seguinte, dia da nossa mudança, acordei por volta das 4:30 da manhã, antes do despertador tocar. Em vez de ficar enrolando na cama, resolvi que era melhor começar a me arrumar e guardar as últimas coisas. Pouco depois foi a vez do Deniz. Tomamos café da manhã no chão da nossa sala, uma sensação estranha sabe. “Será que nosso próximo apartamento será tão aconchegante quanto esse?”. A parte mais difícil de qualquer aventura é justamente o desconhecido. Pelo menos, assim penso eu.

Tudo pronto, hora de partir. Checamos pela milésima vez se estava tudo certo. Olhamos um pro outro e saímos. Houston já tinha amanhecido, um dia lindo de céu azul. E assim, mais uma vez, me despedi de uma cidade que aprendi a amar. Mas se tem algo que aprendi nesses últimos anos é que o que importa não é aonde vou, mas com quem. E, graças a Deus, dessa vez tenho comigo o melhor companheiro que poderia imaginar. Então apesar de toda a avalanche de emoções, eu sei que no fim, tudo vai dar certo.

Até a próxima!

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